13 de maio de 2015

PG-KATUKINA Na nossa cultura, quando vamos abrir um roçado, primeiro o tuxaua cheira rapé à noite. Depois, faz reunião e conversa com todos da aldeia. Se todo mundo concordar, o tuxaua escolhe o lugar e começamos a brocar juntos. Ele vai remando na frente e todos os homens o acompanham. A cada dia, o trabalho fica mais animado. Quando […]

PG-KATUKINA

Na nossa cultura, quando vamos abrir um roçado, primeiro o tuxaua cheira rapé à noite. Depois, faz reunião e conversa com todos da aldeia. Se todo mundo concordar, o tuxaua escolhe o lugar e começamos a brocar juntos. Ele vai remando na frente e todos os homens o acompanham. A cada dia, o trabalho fica mais animado. Quando termina de derrubar a mata, esperamos o verão chegar. Quando chega um verão bonito, um verão grande, todos vamos colocar fogo no roçado para então começarmos o plantio. Todo mundo trabalhando vai rápido, mas se tuxaua trabalha sozinho, ele fica bravo. Primeiro plantamos mandioca, depois milho, banana, pupunha, abacaxi, goiaba, caju e outras coisas. Quando vai caçar e vê terra boa, o tuxaua já escolhe o local para fazer o roçado. Terra com árvore muito alta e grossa, cheia de buraco, não presta. Terra boa é aquela que quando chove não ficam buracos cheios d’água.

Povo Indígena Katukina do Rio Biá

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