03 de setembro de 2018

Operação Amazônia Nativa (OPAN) lamenta profundamente a perda do acervo de mais de 20 milhões de objetos e documentos do Museu Nacional, localizado no Rio de Janeiro, que registrava milhares de anos de história e que foi destruído em cerca de quatro horas por um incêndio.

Por: OPAN

O Museu, do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vinculado ao Ministério da Educação, tinha um vasto material sobre povos do período Pré-Colombiano da América Latina até os dias atuais e sobre populações africanas e afro-brasileiras, além das coleções egípcias e greco-romanas milenares adquiridas no período do Império.

Entre tantos tesouros, o Museu guardava o fóssil de um dinossauro Maxakalisaurus, que viveu entre 80 e 60 milhões de anos atrás e o crânio de Luzia, o mais antigo já encontrado no Brasil, de uma pessoa que viveu num período entre 13 e 11 mil anos, além de fósseis que registram o percurso biológico de plantas, insetos e outras espécies.

Nos colocamos em apoio e solidariedade à UFRJ e a todos os profissionais que dedicam sua vida à pesquisa, catalogação, conservação, exposição de peças e documentos do acervo do Museu Nacional, bem como aos profissionais que garantiram seu funcionamento ao longo da história.

Operação Amazônia Nativa – OPAN

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