23 de fevereiro de 2020

“Decidimos fazer nosso próprio Protocolo de Consulta diante das situações e experiências já vividas com outros projetos acelerados de desenvolvimento do governo e de empresas como, por exemplo, a construção da PCH Bocaiúva, no Rio Cravari, que afetou diretamente a organização do povo Irantxe-Manoki, e também a BR-364, que causou vários impactos negativos em nossa […]

“Decidimos fazer nosso próprio Protocolo de Consulta diante das situações e experiências já vividas com outros projetos acelerados de desenvolvimento do governo e de empresas como, por exemplo, a construção da PCH Bocaiúva, no Rio Cravari, que afetou diretamente a organização do povo Irantxe-Manoki, e também a BR-364, que causou vários impactos negativos em nossa terra.

Para que obras de infraestrutura e outras medidas dessas e de outras proporções não passem despercebidas infringindo o direito do povo Irantxe-Manoki à consulta, tivemos nossa visão da necessidade de construção do Protocolo de Consulta para que todos respeitem os nossos direitos”.

(Trecho do “Protocolo de consulta e consentimento livre, prévio e informado do povo Manoki”, página 18).

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