O livro Irehi: Gestão territorial e ambiental de terras indígenas em Mato Grosso apresenta as ações para implementação dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) de Terras Indígenas (TIs) em Mato Grosso no contexto de atuação da Operação Amazônia Nativa (OPAN), por meio do projeto “Irehi: cuidando dos territórios”, no triênio 2016-2018. Com a […]

O livro Irehi: Gestão territorial e ambiental de terras indígenas em Mato Grosso apresenta as ações para implementação dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) de Terras Indígenas (TIs) em Mato Grosso no contexto de atuação da Operação Amazônia Nativa (OPAN), por meio do projeto “Irehi: cuidando dos territórios”, no triênio 2016-2018. Com a publicação, pretende-se fortalecer o diálogo junto ao poder público, às comunidades indígenas e à sociedade civil, dando ênfase ao histórico e aos trajetos dessas experiências e etapas de execução da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).

O registro das experiências vivenciadas pelos povos indígenas Manoki, Myky, Nambikwara e Xavante, referentes aos processos de implementação de seus planos de gestão territorial, é concernente à possibilidade de reconhecer e valorizar, por parte de uma política pública de Estado, os modos tradicionais de manejo e o acesso aos recursos vitais para a reprodução física e cultural dos povos indígenas, além dos modelos de ocupação dos territórios historicamente habitados por eles, em contraste com modelos de ocupação e manejo predatórios que ameaçam a integridade de suas áreas protegidas.

Uma importante motivação para os registros é também a possibilidade de compartilhar com outras instituições e povos essas vivências, visando ampliar os espaços e possibilidades de realização da PNGATI, pensando ainda na importância da participação e compreensão por parte dos estados e municípios de seus papéis na consolidação dessa política pública.

Por fim, procura-se registrar este percurso do ponto de vista histórico e dos resultados alcançados até aqui, demonstrando e dando visibilidade às metodologias e especificidades do trajeto construído em parceria entre esses povos e a OPAN.

Boa leitura!

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