AÇÕES DE APOIO À DIVERSIFICAÇÃO DO BANCO GENÉTICO DE ESPÉCIES VEGETAIS XAVANTE

15 Jun, 2009

A Terra Indígena Marãiwatsédé, do povo Xavante, localiza-se no nordeste do estado do Mato Grasso, em uma região divisora de águas entre as bacias dos rios Xingu e Araguaia, na transição entre os biomas cerrado e amazônico. Trata-se de uma região extremamente rica em biodiversidade, exatamente pelo fato de estar em uma zona de transição. […]

INDIGENISMO E COMUNICAÇÃO: A PARCERIA ENTRE A OPAN E A TV NAVEGAR

02 Jun, 2009

A TV Navegar e A OPAN se conheceram mutuamente no Seminário “OPAN: 40 anos de parceria com os povos indígenas” (Cuiabá, 2-4 de abril de 2009) e já estão discutindo possibilidades de parceria para promover ações que reforcem o protagonismo e a visibilidade dos povos indígenas da Amazônia. Miguel Aparicio e Jorge Bodanzky A TV […]

LANÇADO PRIMEIRO TEXTO DE ALFABETIZAÇÃO EM LÍNGUA KATUKINA

01 Jun, 2009

O processo de construção de materiais de alfabetização em língua katukina surgiu a partir de uma série de oficinas promovidas pela OPAN na Terra Indígena Rio Biá em 2006, com apoio do MEC e recursos do FNDE (Convênio OPAN/FNDE nº. 812011/2005). As atividades do programa contaram com a participação dos Katukina das aldeias Boca do Biá, […]

1969-2009: OPAN, 40 ANOS DE PARCERIA COM OS POVOS INDÍGENAS

30 Mai, 2009

A atuação da OPAN é marcada pela intransigente defesa dos direitos fundamentais das populações indígenas e tradicionais, tais como o direito à terra e autonomia, destacando-se como primeira prioridade, o apoio às assembléias e à organização e a promoção da capacitação e da formação política das comunidades indígenas. Alicerçados na convivência do dia-a-dia nas aldeias, aprendendo com as lições e sabedoriade cada povo, foram traçados caminhos e políticas de atuação que revolucionaram práticas e conceitos tradicionais do indigenismo. Esta atuação estava inserida numa frente ampla que reunia lideranças indígenas, Comissões de Apoio ao Índio, Igrejas, intelectuais, jornalistas e outros. Em contraposição ao projeto de emancipação compulsória do índio e sua rápida integração na sociedade nacional construiu-se uma visão e uma prática alternativa, ancorada no princípio de sobrevivência de sociedades, cultural e etnicamente distintas, como são os povosindígenas. Por outro lado, se tentou superar a visão romântica, do “índio idealizado”, que considerava dignos deste nome somente aqueles povosnativos preservados de todo contato com as agências não indígenas. Ao contrário, buscou-se mostrar a realidade de marginalização e exploração, especialmente no Centro Sul e Nordeste e daqueles submetidos ao extrativismo na Amazônia, ameaçados, pelas políticasem curso, de perder seu status de povos indígenas e conseqüentemente vários direitos. Uma compreensão mais realista e objetiva da marginalização que os ameaçava propunha políticas de atuação que respeitassem as demandas e necessidades de cada comunidadeem particular. Desta forma, definiram-se grandes linhas: urgência em demarcar os territórios para cada povo; apoio à realização de assembléias de chefese à formação de lideranças; direito a viver de acordo com sua cultura e tradição, direito a programas de saúde e educação diferenciados; e, finalmente, atuação com a Opinião Pública sobre a riqueza de uma sociedade plural, onde as diferenças e […]
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