31 de janeiro de 2021

Esta publicação é resultado das ações de formação sobre gestão territorial realizadas por meio do projeto “Irehi: cuidando dos territórios”, executado pela Operação Amazônia Nativa (OPAN), com recursos do Fundo Amazônia.Participaram os povos Manoki, Myky e os subgrupos Sabanê, Tawandê e Manduca, da etnia Nambikwara. O projeto, alinhado à Política Nacional de Gestão Territorial e […]

Esta publicação é resultado das ações de formação sobre gestão territorial realizadas por meio do projeto “Irehi: cuidando dos territórios”, executado pela Operação Amazônia Nativa (OPAN), com recursos do Fundo Amazônia.
Participaram os povos Manoki, Myky e os subgrupos Sabanê, Tawandê e Manduca, da etnia Nambikwara. O projeto, alinhado à Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas (PNGATI), tem apoiado esses povos na implementação de seus Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) a partir de quatro eixos temáticos: 1 – vigilância e monitoramento territorial, 2 – intercâmbios e rituais, 3 – roças e quintais e 4 – formação em gestão territorial. Este último, transversal aos demais eixos, atende à demanda desses povos quanto ao futuro das novas gerações no que concerne à formação educacional a partir do diálogo intercultural e intergeracional.
Conectado a esses eixos de atuação do projeto Irehi, durante três anos, de 2016 a 2018, cerca de 300 indígenas (professores, alunos, lideranças e anciãos) participaram de oito oficinas que contemplaram quatro módulos temáticos: direitos indígenas e política indigenista; participação, controle social e associativismo; proteção territorial; e fortalecimento cultural: formas de ser e fazer.

Textos de Catiúscia Custódio de Souza e Rodrigo Ferreira.

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